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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Foi incrível...

Não. Não tivemos um problema de internet e por isso não viemos dar notícias toda hora para vocês ontem. Foi corrido demais. Mas hoje estamos aqui para contar todos os detalhes da apresentação. Aqui en Neuss, o teatro fica dentro do hotel em que estamos, é uma espécie de complexo e o local se chama Stadhalle Neuss. Temos uma foto para você. 


Foi este o local da apresentação


  



O dia começou cedo aqui em Neuss, ontem. Às 8h, sob o olhar atento do superintendente de produção da SPCD, Luca Baldovino, a equipe técnica já estava no teatro montando tudo e de tarde, às 13h os bailarinos fizeram aula de balé clássico. Depois começaram os ensaios e aqui nosso repertório era um pouquinho diferente. Além de Inquieto, de Henrique Rodovalho e Gnawa, de Nacho Duato, apresentamos Supernova, do alemão Marco Goecke. Divertido foi que os pais do Goecke vieram nos assistir e adoraram! 


Os mais de mil lugares da sala de espetáculo começaram a ser preenchidos a partir de 19h40. O que estava vazio, lotou.


Teatro vazio




Ammanda Rosa


Teatro lotado





E assim o espetáculo começa. E foi um sucesso atrás do outro. O público alemão vibrou com a São Paulo Companhia de Dança. Foi um grande prazer estar aqui em Neuss e dividir a nossa dança com todas essas pessoas.


Agradecimento de Os Duplos


Agradecimento de Gnawa


Agradecimento de Supernova






E agora é hora de arrumar as malas e voltar para casa! Enviamos notícias!! Até breve!


Marcela Benvegnu, de Neuss

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Espetáculo em minutos

Ainda temos mais dois espetáculos pela frente e um deles começa daqui a pouco, em 30 minutos. Nesse momento os bailarinos estão fazendo aula de balé clássico com Manoel Francisco. Eles já estão maquiados, com os cabelos arrumados porque agora é colocar o figurino e entrar em cena. O teatro está lotado e o público já espera a abertura da cada para entrar. Frio na barriga chegando.
Os Duplos, de Maurício de Oliveira; Inquieto, de Henrique Rodovalho e Gnawa, de Nacho Duato, compõem a noite. É daqui a pouco!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O olhar da coxia em Os Duplos

 
 Para vocês um pouco do que acontece aqui.... 
Um trecho de Os Duplos, de Maurício de Oliveira: da coxia!

É dia de estreia!

Ensaio de Os Duplos, de Maurício de Oliveira: Holland Dance Festival

É dia de estreia. E não seria diferente se não tivesse frio na barriga. É um teatro novo, uma cidade nova, um país diferente. Porém, mais do que isso: é uma nova apresentação e a cada vez que o artista da São Paulo Companhia de Dança sobe no palco, a sensação é diferente. Se não tiver frio na barriga... Ah! Aí sim tem alguma coisa errada.

Hoje os bailarinos fizeram aula de balé clássico com Manoel Francisco e depois de uma pausa começaram os ensaios já no palco, para que os bailarinos possam sentir o espaço, se adaptar às luzes. Sim hoje tem luz. Os técnicos passaram o dia de ontem e a manhã de hoje preparando tudo... É muito trabalho... e esses são os bastidores da dança quando ela se revela no palco por meio do balé. Os Duplos, de Maurício de Oliveira, acabou de ser ensaiado. E agora é a vez de Inquieto, de Henrique Rodovalho.

Daqui a pouco voltamos!


Marcela Benvegnu, de Haia

sábado, 2 de julho de 2011

Mais tranquilidade no segundo dia...

Estreia sempre tem nervosismo. Frio na barriga. Ansiedade. Detalhes. Ajustes. Coisas que queríamos que fosse de uma forma e tem que ser de outra. Corrida contra o tempo. Se isso um dia não existir mais, talvez, a experiência da cena não tenha tanta graça. Depois de subir no palco pela primeira vez e descobrir como ele é grande e pode se tornar pequeno com você ali, os bailarinos relaxam... dançam. 
Yoshi, Nielson, Rafael e Irupé, antes de Os Duplos: tranquilidade no palco

"Esse palco enorme me prova como posso ser livre no palco. Hoje estou tranquila, a energia vai fluir", fala Irupé Sarmiento. "Ontem eu estava elétrico. A reação do público com as obras foi surpreendente e mexeu comigo", fala Yoshi Suzuki. Se Nielson Souza sempre fica nervoso antes de uma apresentação, hoje isso é um pouco diferente. "Estou até achando estranho que não estou tenso", diz. "Estou tranquilo. Essa temporada tem um brilho a mais para mim que já dancei em diversos países. É a primeira vez da São Paulo Companhia de Dança aqui. E o esforço de toda equipe, bailarinos, direção, técnica, valeu a pena. Estou feliz", completa Rafael Gomes. 

Agora 21h15. No palco: Os Duplos. 

por Marcela Benvengu, da Alemanha

Emoção: palavra da vez

Karina e Norton: emoção no palco
O significado de emoção no dicionário Aurélio (Abalo moral ou afetivo; perturbação, geralmente passageira, provocada por algum fato que afeta o nosso espírito (boa ou má notícia, surpresa, perigo): a homenagem causou-lhe grande emoção) se torna pequeno perto do que o corpo dos bailarinos da São Paulo Companhia de Dança experimentaram (e estão vivenciando) na Europa). As palavras ficam pequenas porque é o corpo que sente, vive, experimenta. 

Para Norton Fantinel, que ficou cinco anos dançando em companhias no exterior, a primeira experiência da SPCD na Europa superou tudo o que ele já tinha vivido lá fora. "O que vivemos foi fora do normal. As pessoas pedindo autógrafos ao final do espetáculo. Não estamos acostumados com isso. É uma emoção enorme", disse Norton. "Aqui somos todos brasileiros. Uma companhia toda. E isso é muito diferente e especial para mim. Dançar aqui foi emocionante", fala Karina Moreira que também dançava no exterior até integrar o elenco da SPCD este ano. 

Agora no palco: Os Duplos. São 21h. 

(por Marcela Benvegnu, da Alemanha) 

Foi lindo!

Yoshi Suzuki: em Os Duplos 
... Sabemos que vocês ficaram esperando os posts finais da noite de ontem, mas foi impossível postar. A correria aqui estava enorme, e a emoção também.


                                                                 Cena de Sechs Tanze

É preciso dizer que a apresentação de Os Duplos, de Maurício de Oliveira foi emocionante. Os bailarinos vieram a frente mais de seis vezes para agradecer a plateia vibrante. "Eu nunca senti ou vi nada parecido. Foi mágico", disse Yoshi Suzuki. Para encerrar o primeiro espetáculo Sechs Tanze, que foi aplaudida de pé pelos alemães.


por Marcela Benvengu, da Alemanha

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Afinar as luzes

O que adianta as bailarinas lindas, ensaiadas se não tivermos uma iluminação adequada para iluminá-las? Você já deve ter visto coreografias em os bailarinos dialogam de forma direta com a luz e ficou marcado por isso. O entrosamento entre iluminação e cena deve sempre estar perfeito. Na São Paulo Companhia de Dança, temos exemplos de trabalhos nos quais a luz tem um papel fundamental: Entreato, de Paulo Caldas; Passanoite, de Daniela Cardim; Inquieto, de Henrique Rodovalho; Os Duplos, de Maurício de Oliveira (coreografia que vamos apresentar aqui em Baden-Baden)... 

Aqui nos bastidores da montagem da apresentação deste final de semana, Guilherme Paterno (assistente de iluminação que faz aniversário hoje), que você pode ver na foto organiza agora as luzes da coreografia Os Duplos. Aquele quadrado de luz que vocês veem em cena é composto por várias lâmpadas. "Estou organizando e checando as lâmpadas que vieram com a carga. Esse trabalho leva em média uma hora. Hoje ainda vamos afinar as luzes das coreografias, o que irá demorar umas seis horas. Quando chegamos no Teatro ontem, os técnicos daqui já tinham deixado tudo praticamente pronto, então, é só afinar, caso contrário esse trabalho leva mais de 24 horas", disse.

por Marcela Benvegnu, da Alemanha