segunda-feira, 25 de junho de 2012

Estreias marcam o Espetáculo Aberto para Estudantes em Garça

Nos dias 21 e 22 de junho recebemos um público total de mais de 600 pessoas no Espetáculo Aberto para Estudantes, realizado no Teatro Miguel Monico, às 15h, em Garça. Uma plateia repleta de estudantes de Garça e região, muitos deles vindos de Marília, puderam prestigiar momentos únicos como as estreias de alguns bailarinos em alguns balés: Norton Fantinel, Bruno Veloso, Yoshi Suzuki e Aline Campos em Bachiana n°1 e Diego de Paula e Luiza Lopes no Grand Pas de Deux de Dom Quixote.

O nervosismo e expectativa tomaram conta nas coxias e camarins. Todos acompanharam em êxtase o desenrolar de Bachiana n° 1, de Rodrigo Pederneiras, Ballet 101, de Eric Gauthier e Dom Quixote, de Marius Petipa, muito bem recebidas. E cada aluno teve a sua preferência. Uns contaram que preferiram Ballet 101, outros, Bachiana nº1, e também Dom Quixote.

Luiza Lopes, a Kitri de Dom Quixote, estreante no papel em Garça, nos conta que dançar este balé é diferente, pois ele é muito diferente dos balés já dançados pela Companhia, como os de George Balanchine ou John Cranko. “É uma estreia de um Petipa, também inédito no repertório da SPCD. É a primeira vez que danço, pra companhia, um balé com história, no qual eu tenho que encarnar um personagem, que é a Kitri. E é gostoso. Acho que sou meio parecida com ela, que é meio apimentada, espivetada”, fala Luiza.

Segundo Manoel Francisco, professor/ ensaiador da SPCD, o desafio do pas de deux é você apresentar em 10 minutos o personagem, diferente do balé completo que tem três atos e que o personagem vai se revelando aos poucos. No final de semana também rolou duas oficinas: técnica de balé clássico com o professor/ensaiador Manoel Francisco e Repertório em Movimento, com Bia Hack. 

Foto: Fabiana Ikehara
Cena de Dom Quixote, de Marius Petipa

Foto: Fabiana Ikehara
Diego de Paula e Luiza Lopes, estreando o Grand Pas de deux de Dom Quixote

Por Renata Amaral, de Garça

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Dois momentos

Amanhã, dia 23 de junho, pela primeira vez desde sua criação em 2008, a São Paulo Companhia de Dança apresenta o solo Ballet 101, de Eric Gauthier, em dois lugares diferentes e ao mesmo tempo. As cidades que recebem a coreografia são: Vitória, no Espírito Santo, e em São Paulo respectivamente às 20h e às 20h30, Garça.
Em Garça a coreografia será executada por Juliano Toscano, no Teatro Miguel Monico, já em Vitória, Yoshi Suzuki subirá ao palco do Theatro Carlos Gomes, pela 2ª edição do Festival ES de Dança. “É uma delícia voltar para casa trazendo a São Paulo Companhia de Dança para Vitória pela segunda vez, e ao mesmo tempo, dançar em Garça, uma cidade que sempre nos acolheu e prestigiou”, declara Inês Bogéa, diretora artística da SPCD, que participa de uma das mesas redondas do ES Dança com o tema Perspectivas da Dança Contemporânea, amanhã às 16h, no MAES (Museu de Artes do Espírito Santo).

Foto: Mário Veloso
“Dançar Ballet 101 é um desafio, pois tenho de lidar com a comicidade do balé sem me esquecer da técnica que a obra exige ”, Juliano Toscano, bailarino da SPCD e interprete da coreografia em Garça.

Foto: Wilian Aguiar
 “Ballet 101 é uma coreografia divertida e excitante por conta da troca que acontece entre o bailarino e a plateia”, diz Yoshi Suzuki, bailarino da SPCD que interpretará a obra em Vitória.


Por Murilo Rocha, de São Paulo

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Expectativa e encontro em Garça

Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia

Palestras são um momento de grande expectativa para a área de Educativo e Memória da SPCD pois existe um longo processo de preparação para que ela aconteça. Isso começa com o trabalho de difusão e divulgação da atividade, prospecção de público, que é o momento em que conversamos com cada um dos interessados por meio de emails, telefonemas.... Ao fazer o convite explicamos como a atividade se realiza e também quais as particularidades do tema.  No caso de Garça, onde estamos hoje, foi Vida de Bailarino.

Quando as inscrições começam a chegar, vamos compilando os dados e fazendo uma lista de presença para que no dia e na hora da palestra possamos saber quantas pessoas vêm, quantos certificados teremos que entregar, se teremos ou não distribuição de materiais, o número de pessoas que precisam trabalhar no receptivo para que tudo aconteça da melhor forma possível.

Ontem antes da palestra a diretora artística da São Paulo Companhia de Dança, Inês Bogéa, deu duas entrevistas em rádios locais e convidou toda a população para estar com a gente. A palestra é um convite para todos, professores, bailarinos, aspirantes, estudantes, pois a dança é, dentre todas as artes, das que mais promove intersecções. É uma arte democrática, abrangente e que, muitas vezes, promove mudanças profundas não só no profissional que atua, mas em todos ao redor.

E foi em cima de muita expectativa e uma chuva que parecia querer manter os espectadores em suas casas que aguardávamos os inscritos na palestra. Às 19h, horário previsto para iniciar a atividade tínhamos uma plateia cheia, de mais de 80 pessoas, que queriam dividir com a gente o seu olhar.

Inês, que ministrou a palestra teve pela primeira vez acompanhantes especiais: Acaoã Castro, Ed Louzardo e Nelson Pacheco, bailarinos da SPCD, puderam compartilhar a sua Vida de Bailarino, suas trajetórias, medos e vítorias com o público presente, que recebeu como material de difusão desta arte, o DVD da palestra.

Uma curiosidade interessante é que iremos rever muitos dos presentes desta atividade em outra, que será realizada hoje e amanhã, aqui no Teatro Miguel Monico. Muitos deles voltam com seus alunos para o Espetáculo Aberto para Estudantes e também para as Oficinas para Bailarinos que acontecem no sábado: Às 10h, no palco do teatro e com a presença do professor/ensaiador Manoel Francisco, a aula será de balé clássico. E, no mesmo dia, às 11h45 a Oficina de Repertório em Movimento, com a assistente de ensaio e bailarina Beatriz Hack.

Nos dias 22 e 23, às 20h, acontece o Espetáculo Noturno, com distribuição de ingressos gratuita na administração do próprio Teatro. Não perca.

Por Renata Amaral, de Garça

sábado, 16 de junho de 2012

Vida de Bailarino

Sala cheia, rostos atentos, canetas velozes. É essa a visão que temos dos alunos da Etec de Artes durante a palestra Vida de Bailarino, ministrada por Marcela Benvegnu, coordenadora de Comunicação da São Paulo Companhia de Dança (SPCD), nesta quinta-feira (14), às 15h, na Biblioteca de SP.

 
Tópicos da Palestra para o Professor 

Público da Palestra para o Professor; Vida Bailarino

Marcela iniciou a palestra explicando o que é a SPCD e todas as suas vertentes. Um diálogo agradável e interativo que conseguiu sorrisos de aprovação da plateia.  Ao falar da vida do bailarino na escola, no ambiente profissional e o bailarino fora da cena, como coreógrafo, produtor, ensaiador, entre outros, o público concordava com o que era dito e espalhava risos daqueles que se identificavam com a situação.

 Concentração; a plateia atenta a palestra

 O público se identificava com  o conteúdo da palestra

O encontro que apresentou o vídeo Vida de Bailarino, de Inês Bogéa (diretora da São Paulo Companhia de Dança) e Charles Lima, e apresenta depoimentos de bailarinos da Companhia, emocionou os estudantes. “Identifiquei-me muito com o tema e com a palestra, gostei bastante do vídeo, da forma como abordou o tema. Foi uma das que eu mais gostei”, comenta Harrison Rodrigues, aluno da Etec de Artes.

 Marcela Benvegnu, Coordenadora de Comunicação e Marketing  da São Paulo Companhia de Dança e ministrante da Palestra para o Professor

O próximo encontro da São Paulo Companhia de Dança com o público na Biblioteca de São Paulo será no dia 5 de julho, às 18h, quando um representante da SPCD apresenta o documentário Ana Botafogo, da série Figuras da Dança. A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site da SPCD: www.saopaulocompanhiadedanca.art.br

Por Bianca Franzolin, de São Paulo






quarta-feira, 6 de junho de 2012

Grand Pas de Deux de Dom Quixote estreia em Goiânia (GO)

Hoje, a São Paulo Companhia de Dança estreia mais uma coreografia: O Grand Pas de Deux de Dom Quixote, de Marius Petipa (1818-1910). A remontagem será apresentada pela SPCD na abertura da 1ª edição do Festival Internacional de Dança de Goiás, em Goiânia, às 20h, em uma apresentação fechada somente para convidados do festival. “É maravilhoso dançar Dom Quixote, é uma obra virtuosa”, diz Norton Fantinel, que junto com Paula Penachio (foto) interpreta o casal. Em 2012 a obra ainda poderá ser vista nos palcos das cidades de Garça (SP), Recife (PE), Catanduva (SP), entre outras.  Fiquem ligados na agenda no nosso site para mais informações: http://spcd.art.br/agenda.php

Foto: Michelle Molina
Paula Penachio se preparando para o ensaio de Dom Quixote

O Grand Pas de Deux Dom Quixote é o momento do casamento de Kitri e Basílio, personagens principais dessa obra. Dançado pelo mundo todo, esse duo representa um grande desafio para os intérpretes não só pela qualidade técnica, mas também pela interpretação.  Coreografado por Marius Petipa, o balé Dom Quixote é baseado num capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri, a filha do taberneiro. O cavaleiro Dom Quixote se apaixona por Kitri, confundido-a com Dulcinéia, seu amor. Após aventurar-se pelo mundo em batalhas imaginárias contra ventos e moinhos, no último ato o protagonista celebra ao lado de seu fiel escudeiro Sancho Pança o casamento entre os dois apaixonados.

Murilo Rocha, de São Paulo

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Figuras da Dança em Belo Horizonte


Durante essa semana, a equipe da SPCD foi a Belo Horizonte para a gravação de depoimentos do Figuras da Dança.

 Inês Bogéa na casa de Marilene Martins; início das gravações do Figuras

A diretora da Companhia, Inês Bogéa, responsável também pela direção dos documentários, foi até a casa de uma das homenageadas da temporada 2012, Marilene Martins, criadora do Trans_forma Grupo Experimental de Dança, um dos marcos da história da dança do Brasil.

A diretora da Companhia com Marilene

Além de ouvir as histórias da Nena, como é carinhosamente chamada Marilene, Inês também colheu depoimentos de grandes nomes da dança local como Arnaldo Alvarenda, Dudude Hermann, Glória Reis, entre outros. Essas gravações aconteceram no Teatro Funarte.

                                                Trecho da gravação com Arnaldo Avarenga

O projeto Figuras da Dança foi criado para revelar um pouco das muitas histórias desta arte, sempre contadas por quem viveu a dança. Ao todo, a série Figuras da Dança tem 17 episódios; Ady Addor, Ismael Guiser (1927-2008), Ivonice Satie (1950-2008), Marilena Ansaldi, Penha de Souza, Antonio Carlos Cardoso, Hulda Bittencourt, Luis Arrieta, Ruth Rachou, Tatiana Leskova, Angel Vianna, Carlos Moraes, Márcia Haydée, Décio Otero, Sônia Mota, Célia Gouvêa e Ana Botafogo. Este ano, além de Marilene Martins, iremos conhecer as trajetórias de Ismael Ivo, Lia Robatto e Edson Claro.
                                                 Marilene dando seu depoimento para o Figuras


                                                                                 Bastidores

                                         Inês mostrando o acervo de Marilene para a equipe do Figuras 2012



Para saber mais sobre a série e conhecer mais as personalidades já figuradas, entre no nosso site: http://spcd.art.br/depoimentos_publicos.php

terça-feira, 15 de maio de 2012

Dessa vez com música ao vivo

Pela segunda vez a São Paulo Companhia de Dança apresentou obras de seu repertório no Theatro Municipal de São Paulo, porém, com um diferencial, a música ao vivo. As composições dos espetáculos Bachiana nº1, de Rodrigo Pederneiras, com música de Villa-Lobos (Bachianas Brasileiras nº1) ; Prèlude à L´après-midi d´un Faune, de Marie Chouinard com música homônima de Claude Debussy e Theme and Variations, de George Balanchine, criada sobre o Movimento Final da Suíte nº3 para Orquestra em Sol Maior Op. 55, de Tchaikovsky, foram executadas ao vivo pela Orquestra Sinfônica Municipal, regida por Abel Rocha.

Dançar com a Orquestra tocando ao vivo é emocionante, a gente sente a adrenalina, porque não sabemos o que vai acontecer, quando a música é gravada conhecemos cada parte, não tem surpresas”, afirma Joca Antunes, bailarino da SPCD, que interpretou o pas de deux, de Bachiana Nº1. “Foi inspirador. A música ao vivo também obriga o bailarino a ficar mais atento, perceber o movimento que ele pode ou não prolongar, para que tudo se encaixe” completa Karina Moreira, também bailarina da SPCD, que interpretou o pas de deux ao lado de Antunes, nos dias 10 e 11 de maio. 

As apresentações aconteceram nos dias 10, 11, 12 e 13 de maio e foram um sucesso. Ingressos esgotados no final de semana. Abaixo você confere imagens dos quatro dias de apresentações.




 Do lado de fora do Theatro Municipal de SP


 Plateia lotada


 Balcão lotado


 Na hora do Fauno, as crianças ficaram no foyer do teatro aprendo um pouco sobre os espetáculos


 Inês Bogéa, diretora da Companhia, conversando com os convidados


 Final do espetáculo


Eva Wilma foi prestigiar a Companhia

Por Murilo Rocha, de São Paulo

terça-feira, 8 de maio de 2012

SPCD na Virada Cultural



Por Renata Amaral, de São Paulo


A São Paulo Companhia de Dança em parceria com a OSESP apresentou Bachiana n°1 (2012), de Rodrigo Pederneiras, no palco montado no Vale do Anhangabaú, no último final de semana na 8ª. Virada Cultural.
Um momento de encontro e reencontro, com a OSESP ao vivo, a plateia e a SPCD. Essa foi a nossa terceira participação na Virada Cultural, juntamente com a OSESP.
Acompanhe através das nossas fotos nossa preparação, um pouco dos bastidores e a apresentação.

Enquanto o palco é organizado pra receber a OSESP e a SPCD juntas, a pianista toca suspensa, no meio do vale do Anhangabaú.




O público curtindo a preparação e já guardando os seus lugares.


 
Vista do viaduto do Chá. Incrível!

Os nossos bailarinos se aquecendo para a entrada no palco.
Quem passou por lá pode acompanhar de pertinho esse momento.



E os músicos, aquecendo seus instrumentos...




Sob os olhares atentos de Inês Bogéa, diretora artística da SPCD e de toda a plateia.



Uma última palavra...


E os momentos de espera...
...dão lugar a uma grande apresentação:

Bachiana n° 1 (2012), de Rodrigo Pederneiras


Bachiana n° 1 (2012), de Rodrigo Pederneiras

Bachiana n° 1 (2012), de Rodrigo Pederneiras

Bachiana n° 1 (2012), de Rodrigo Pederneiras

Bachiana n° 1 (2012), de Rodrigo Pederneiras

Bachiana n° 1 (2012), de Rodrigo Pederneiras


Plateia no Vale do Anhangabaú

O nosso muito obrigado a todos que prestigiaram a apresentação.



Esta semana tem temporada no Theatro Municipal de São Paulo, lá na Praza Ramos de Azevedo.
Os ingressos podem ser adquiridos no Ingresso Rápido: www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do TMSP.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Palestra para o Professor | Reflexões da Dança

No último dia 3 de maio, tivemos um encontro incrível, no auditório da Biblioteca de São Paulo ministrado por Marcela Benvegnu, coordenadora de Comunicação da SPCD, para falar de dança, reflexões diversas, tendo como eixo principal da conversa o documentário: Figuras da Dança | Márcia Haydée.

Palestra para o Professor | Reflexões da Dança, por Marcela Benvegnu


Foi uma delícia de bate-papo com estudantes da ETEC de Artes, bailarinos, diretores, professores e alunos de academias e escolas de balé. “Dança não é uma profissão. É uma maneira de viver”. Essa frase, dita por Márcia em seus momentos finais do vídeo foi um dos pontos abordados e que perpassa as nossas escolhas nessa profissão.


Presentes na Palestra no auditório da BSP

O encontro foi pautado pela sobre a multiplicidade das ações e dos diversos caminhos que se pode escolher para viver de dança e, sobretudo, da insistência em fazer dessa opção uma profissão.


Teremos outro encontro, no dia 28 de junho, às 18h, no auditório da Biblioteca de São Paulo, desta vez com o vídeo Ana Botafogo. Esperamos vocês. 

Inscreva-se em nosso site: www.saopaulocompanhiadedanca.art.br

Por Renata Amaral, de São Paulo

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Afinando os tempos

Naipe de violoncelos da Osesp na SPCD


Ensaio de Bachiana nº1


Osesp e SPCD: amanhã, 22h. no Anhangabaú na Virada Cultural




 A participação da Sâo Paulo Companhia de Dança na Virada Cultural está marcada para amanhã, às 22h, no Anhangabaú. A São Paulo apresenta Bachiana nº 1, de Rodrigo Pederneiras, ao lado do naipe de violoncelos da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), que executa a Bachianas Brasileiras nº1, ao vivo.
Beatriz Hack e os músicos: afinação de corpos e instrumentos
Nesse momento os músicos estão na sala de ensaio da Companhia afinanado o tempo da música com o tempo dos bailarinos. Quem ajuda é Beatriz Hack, bailarina e assistente de ensaio da Companhia. A regência dos corpos agora deve ir para os instrumentos.
No tempo: dança e música
O ensaio corre sob os olhares atentos de Inês Bogéa, diretora artística da SPCD, e de Arthur Nestrovski, diretor artístico da Osesp. Essa é a nossa terceira participação na Virada Cultural ao lado da Orquestra. No ano passado apresentamos Theme and Variations, de George Balanchine e no ano retrasado, Tchaikovsky Pas de Deux, também de Balanchine. 

Esperamos vocês lá amanhã!
Inês Bogéa (em pé, esq): diretora artística da SPCD


por Marcela Benvegnu, de São Paulo